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Copa 2018

Tite e Guerrero, velhos conhecidos do duelo Brasil x Peru

14 novembro 2016 - 11h37

Guerrero deve muito à família Bachi. A família Bachi também deve muito a Guerrero. E não pense que o único brasileiro envolvido nessa história é Tite. Quando aprovou a contratação do atacante peruano pelo Corinthians, em 2012, o técnico estava apenas seguindo a recomendação do filho Matheus, hoje, um dos auxiliares dele na Seleção.

O jovem tinha 22 anos e estudava futebol quando viu, em 2011, dois jogos do Peru na Copa América disputada na Argentina. Guerrero foi o artilheiro daquela competição e encantou o filho de Tite. “Experts” no centroavante, que hoje defende o Flamengo, ele e o pai agora dão dicas aos zagueiros para brecarem seu ímpeto no Brasil x Peru, que será disputado à 23h15 (pelo horário de MS) nesta terça-feira (15), em Lima, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Na atual comissão técnica da Seleção, Matheus Bachi tem um pé no escritório e outro no campo. Ele atua no CPA (Centro de Pesquisa e Análise) da CBF ao lado de Maurício Dulac e Thomaz Araújo, no papel de desvendar adversários e jogadas dos próprios jogadores da equipe, que podem ser aproveitadas quando se reúnem pelo Brasil.

Goleador das Copas América de 2011 e 2015, Paolo Guerrero não está tão afiado assim nas eliminatórias. Ele divide a artilharia do Peru com Farfán e o meia do São Paulo, Cueva, todos com três gols. Menos do que Neymar e Gabriel Jesus, com quatro cada um, e Cavani, artilheiro máximo do torneio com sete.

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