O projeto “Circo Micróbio”, foi aprovado dentre cinqüenta outros e tem como principal objetivo promover uma descentralização das ações culturais na cidade além da formação de platéia, através de dez apresentações em praças públicas, e escolas municipais que se encontrem longe da área central, sendo inclusive duas escolas da reserva indígena contempladas com esta ação, estima-se atingir um público de 5000 pessoas. Outro ponto importante do projeto é a presença do profissional campo grandensse Anderson Lima, que além da oficina vai trabalhar especificamente com o grupo promovendo um aperfeiçoamento do trabalho desenvolvido pelo Coletivo M´boitatá, com a orientação do espetáculo “Circo Micróbio”, de roteiro do próprio grupo, promovendo assim uma melhoria no trabalho de artistas locais.
Sobre o grupo: O grupo foi formado em meados de 2007, e desde então vem trabalhando a linguagem cênica de rua, fazendo diversas intervenções na cidade e na região sul do estado. Um dos trabalhos mais reconhecidos do grupo é a manipulação do fogo, que já rendeu diversas aberturas de eventos artísticos na cidade. A arte da palhaçaria também vem sendo aprimorada pelo coletivo que pelo segundo ano consecutivo participa de um grupo de estudos de palhaço desenvolvido na cidade por pessoas interessadas nesta milenar arte do riso.