Marcos Coelho, Heleninha e Marcelo Mourão, com a empresária Vanda Cabral — Foto: Divulgação/Assessoria
Heleninha de Oliveira, escritora e poetisa membro da ADL (Academia Douradense de Letras), recebeu a visita do vice-presidente da ADL, o escritor e poeta Marcos Coelho, juntamente com o escritor e poeta Marcelo Mourão e da empresária Vanda Cabral. Heleninha, a Guardiã da Usina Velha, recebeu Moção de Congratulações apresentada por Mourão, que é vereador em Dourados, em honra ao mais recente trabalho literário dela, de relevo ao município de Dourados intitulado “Usina Velha: Raios na Chaminé”, obra que é parte do projeto ‘Resgatando a História de Dourados’, um investimento do FIP (Fundo de Investimento a Produção Artística e Cultural de Dourados), com o apoio da Prefeitura de Dourados.
O livro ‘Usina Velha: Raios na Chaminé’ traz artigos, poesias, recortes e fotos que contam a história de Mato Grosso do Sul e de Dourados, além de um trabalho que contextualiza a história da antiga usina. Heleninha de Oliveira, a ‘Poetista dos Sonhos’, é considerada a ‘Guardiã da Usina Velha’ e sempre defendeu a preservação histórica deste patrimônio. “A Usina Senador Filinto Müller é um dos símbolos da nossa vida que ainda resiste ao tempo. Esta obra buscar resgatar e preservar parte dos valores históricos do município de Dourados”, afirma a escritora.
Heleninha destaca também que seu livro teve a intenção de resgatar e preservar parte da história, demonstrando a importância que a Usina teve na vida da população douradense na década de 40 e propondo assim uma revitalização na Usina Velha. O local é o principal patrimônio histórico existente em Dourados.
A autora traz ainda no livro hinos, relação de prefeitos e presidentes da Câmara Municipal, ofícios, processos e projetos da Usina, história da ADL (Academia Douradense de Letras), entre outros assuntos do Estado. Entre as obras de Heleninha estão: Memórias - Poemas e Poesias; Desespero Mudo; Asas no Tempo; Algumas Reflexões. A poetisa é a única escritora genuinamente douradense e ostenta o cognome “Guardiã da Usina Velha”. Isso porque, segundo ela, foi a primeira a lutar para que o local fosse revitalizado.
O acadêmico Marcelo Mourão brindou aos presentes com seu mais recente trabalho “Artigos”, o que coroou a visita com um clima de descontração e fraternidades literárias.