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FatecSenai leva unidade móvel de automação ao polo industrial norte da Capital

01 de novembro 2011 - 16h25 Por Redação Douranews, com Terra
FatecSenai leva unidade móvel de automação ao polo industrial norte da Capital

A FatecSenai Campo Grande iniciou, ontem à noite (31), o curso de CLP (Controlador Lógico Programável) na unidade móvel de automação industrial, que foi deslocada para o polo industrial norte, localizado na saída para Cuiabá (MT), para atender as demandas das indústrias MovFlex (moveleira) e Celofort (plástico). Com previsão de ser concluído em dezembro deste ano, o curso conta, ao todo, com  12 funcionários, sendo seis de cada empresa.

Segundo o gerente da FatecSenai Campo Grande, Artur Quintella, o curso é importante para os colaboradores que estão em contato com equipamentos cada vez mais modernos. “As indústrias de todos os segmentos estão se modernizando e essa também é uma realidade das indústrias de móveis e de plásticos. Os equipamentos adquiridos pelas indústrias são de valor elevado e para utilizá-los é necessária a qualificação do trabalhador”, disse.

Modernidade

O diretor-administrativo da MovFlex, Wilson Guimarães, destacou que a presença da unidade móvel do Senai no pólo industrial norte atende a demanda da empresa. “Para nós, isso representa muito, pois a realização do curso no próprio local de trabalho facilita para os trabalhadores. Além disso, os equipamentos atuais são eletrônicos e o curso vai preparar os trabalhadores para tirar o melhor desempenho das novas máquinas”, disse.

Ele acrescenta que antes a indústria utilizava uma serra de cortar madeira e hoje é uma seccionadora acoplada a plano de corte informatizada. “Não foi só o nome que mudou, pois, para operar essa máquina moderna, é preciso ter uma noção básica de eletrônica industrial”, exemplificou o diretor-administrativo.

Melhor desempenho

Para o gerente de produção da MovFlex, Adimilson Freres da Silva, o treinamento vai oferecer mais condições para um melhor rendimento do trabalho. “Muitas máquinas são utilizadas no processo produtivo e para desenvolver o trabalho de forma mais rápida e eficiente é preciso conhecê-las melhor”, avaliou.

Já o encarregado de produção da Celofort, Wilyan Siqueira Rodrigues, acredita que um melhor entendimento sobre as máquinas pode gerar lucro para a empresa. “No dia a dia do nosso trabalho, essas máquinas são muito utilizadas e, depois desse curso, acredito que, com um domínio delas, vai ser possível aumentar o ritmo de trabalho e conseqüentemente, a produtividade”, reforçou.