Mais de três mil funcionários da Enersul em Mato Grosso do Sul estão sendo convocados para apagar as luzes por uma hora neste sábado (31), juntando-se aos brasileiros e demais habitantes no dia em que, cidades, estados e até países inteiros vão apagar suas luzes por cerca de 60 minutos. Cada servidor da empresa vai desligar as luzes de suas moradias e, com isso, dar mais energia ao movimento internacional Hora do Planeta.
Com esse ato simbólico, a concessionária e seus colaboradores, nas 73 cidades que compõem a área de distribuição de energia no Estado, efetivamente reforçam as ações voltadas para a proteção do planeta em combate ao aquecimento global, diz a assessoria da empresa.
Hoje, em Mato Grosso do Sul, apenas Campo Grande participa deste movimento, desligando os monumentos Obelisco, o Relógio do centro da cidade e a fachada da Morada dos Baís. Isoladamente, em algumas cidades do interior há residências que “aderem” ao movimento mundial.
A Hora do Planeta foi criada em 2007 pela WWF (Fundo Mundial para a Natureza), com o objetivo de mobilizar a sociedade em todos os continentes a refletir para adquirir novos hábitos que diminuam problemas ambientais que possam causar impactos na camada de ozônio que tem a função de manter a temperatura da Terra.
Uma das preocupações que fundamentaram a criação deste movimento é a emissão de gás carbônico originário da queima de combustíveis para a geração de energia elétrica. Embora a matriz energética predominante no Brasil e, consequentemente, no nosso Estado seja hidrelétrica, a Enersul, há muitos anos, desenvolve projetos, programas e ações destinados a reforçar, cada vez mais nas pessoas atendidas em sua área de concessão, a conscientização pelo uso sustentável da energia elétrica.
A assessoria lembra dos resultados da Eficiência Energética que já substituiu, em comunidades de baixa renda, quase 150 mil lâmpadas incandescentes por fluorescentes que consomem menos energia, a entrega de 12.300 geladeiras modernas e eficientes em troca do mesmo número de geladeiras antigas que, além de gastar até sete vez mais energia, continham no seu sistema de refrigeração o CFC, um gás altamente nocivo à camada de ozônio. Além disso, nesse mesmo período, a concessionária deu uma importante contribuição para a qualidade do ar, distribuindo mais de 90 mil mudas de árvores nativas, contemplando a vegetação que predomina em sua área de atendimento: o cerrado do centro-oeste brasileiro.