Sebastião Nogueira diz que Renato é a novidade que Dourados quer — Douranews
O ex-secretário de Planejamento da Prefeitura de Dourados e ex-presidente da Associação Comercial e Empresarial do Município, engenheiro Antonio Nogueira, disse na noite desta quinta-feira (25), ao participar da inauguração do comitê de campanha do candidato do PMDB a prefeito da cidade, deputado Renato Câmara, que “políticos com maldade no coração não podem administrar Dourados”.
O tom dos discursos se mostrou voltado para a candidatura majoritária do candidato apoiado pelo governador Reinaldo Azambuja, o deputado federal Geraldo Resende, do PSDB. Além de Câmara e Resende, disputam as eleições de prefeito em Dourados os candidatos Êmio Ribeiro, pelo PSOL e Wanderlei Carneiro, do PP e a vereadora Délia Razuk, pelo PR.
Seguindo na mesma linha, outro Nogueira, o Sebastião, atual secretário municipal de Saúde, disse que a população tem coragem pra mudar com Renato e que não vai ficar com “quem vive pulando de galho em galho”. Candidatos a vereador pelos partidos da coligação – PMDB, PROS, PT, PR e PPL – reforçaram o compromisso com a candidatura do deputado Renato, que também recebeu o apoio do suplente de senador peemedebista Celso Dal Lago e do vice-prefeito de Dourados, Odilon Azambuja.
A professora Zélia Nolasco, candidata a vice-prefeita, indicada pelo PROS, disse que estar ao lado de Renato Câmara “é estar ao lado do povo de Dourados e do que Dourados precisa, porque ele conhece os caminhos e sabe como fazer, aqui ninguém vai precisar depender de Campo Grande”.
Fechando a programação de abertura do comitê, o candidato a prefeito reafirmou o compromisso com a ‘coragem para mudar’ slogan que adotou como nome da coligação, falou das relações familiares que mantém com a cidade e disse que Dourados “é uma gigante adormecida que quer romper com as barreiras da pobreza que ainda prevalece”. Disse que administrar é estar presente, ter cuidado com a coisa pública e procurar as pessoas, as entidades, “estar de coração aberto e com a alma desarmada para receber as críticas e ouvir o que a população quer”.