"Falta chegarmos a um número que faça um acordo entre o governo e as centrais (sindicais). Não chegaremos ao que as centrais querem, chegaremos a um número médio. A presidente já assegurou que será dada uma parcela porque sabemos que esse dinheiro, no bolso do trabalhador, é injeção na veia direto no mercado, que vai para o consumo e para girar a economia", disse o ministro.
Carvalho disse que ainda não se sabe quando a isenção será anunciada pelo governo, mas admitiu que isso pode acontecer já a partir de amanhã (3), quando a presidente Dilma Rousseff irá se encontrar com dirigentes das centrais sindicais. "Se tiver pronto até lá, anuncia-se na quinta. Mas não temos uma data fixa", informou, conforme a Agência Brasil.