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Planejamento e organização, a receita para administrar contas

24 de janeiro 2013 - 15h58 Por Redação Douranews
Planejamento e organização, a receita para administrar contas

Passadas as festas de final de ano, começa o novo ano e junto com 2013 chegam as contas e despesas comuns de início de ano como IPTU, IPVA e a compra de materiais escolares. “Se o trabalhador não se organizou e separou dinheiro para essas despesas, ele certamente iniciará o ano com dívidas”, alerta o administrador e coordenador do curso de Administração de Empresas da Unigran, Valdir da Costa Pereira.

Por isso mesmo, segundo ele, “a palavra de ordem desse momento é planejamento”. Valdir disse que as pessoas precisavam, já no ano passado, ter entendido que essas contas iriam chegar, como acontece todos os anos.

De acordo com o administrador, as pessoas que se planejam acabam tendo mais vantagens. “Aquele que se preparou, que deixou um caixa apropriado para isso, irá pagar a vista as despesas comuns de janeiro, como o IPVA e o IPTU, e receberão descontos”, diz Valdir. Para os que não conseguiram se planejar é preciso paciência para quitar as dívidas. “As pessoas precisam fazer uma relação das despesas pra saber até onde ela vai e até onde ela pode ir em termos de gastos”, afirma.

Com a falta de dinheiro, grande parte dos brasileiros recorre aos cartões de créditos e, quando o cartão também se torna uma dívida, é preciso negociar. “Se há uma dívida, se o cartão está em um valor maior do que ele tem para receber, a dica é que ele arrume outra linha de crédito no banco com uma taxa de juros menor que a da parcela do cartão. Ele tem essa alternativa que é visualizar qual taxa o banco tem para outras linhas de créditos e qual delas é menor que a do cartão. É preciso fazer uma cotação para que ele troque a dívida mais cara por uma mais barata”, recomenda.

Outra dica do administrador é aprender a dizer não.  “Por mais que as lojas e redes estão fazendo grandes promoções, as pessoas precisam entender que não cabe mais no orçamento. Não é porque está barato, que está na promoção, que vou comprar. Não se pode rifar o futuro financeiro, é preciso ter serenidade na hora de determinar o que comprar, e no que gastar”, finaliza.

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