Sem tempo para descansar após a disputa do Mundial de Ginástica Artística no Japão, Daniele Hypolito já escalou o adversário a ser superado no Pan de Guadalajara, nas competições da categoria que começam na segunda-feira (24): o cansaço.
Os brasileiros chegaram à cidade-sede do Pan na segunda-feira, e desde então, trabalham para superar a diferença de fuso horário em relação ao Japão e também fazem adaptação à altitude de Guadalajara.
Apesar das dificuldades, a ginasta Daniele Hypolito acredita que o Brasil fará uma boa apresentação no Pan. A meta é repetir o desempenho das atletas da ginástica rítmica, que saíram do Pan com sete medalhas.
- É muito bacana chegar a um ambiente como esse, com atletas que já estão aqui há vários dias, no clima da competição. Estamos vindo de um Mundial difícil por conta do fuso horário e, consequentemente, cansados. Mas vou entrar de corpo, alma e coração para conquistar os melhores resultados possíveis para o Brasil.
No Mundial, a equipe brasileira conquistou duas medalhas. Bronze no solo, com Diego Hypolito, e prata nas argolas, com Arthur Zanetti.
No Pan, Daniele tem um bom histórico. Em sua primeira participação na competição, com apenas 15 anos, em Winnipeg 1999, faturou um bronze na disputa por equipes. Em Santo Domingo 2003, conquistou duas pratas e dois bronzes. E no Rio 2007, ficou com uma prata e um bronze.
Os brasileiros chegaram à cidade-sede do Pan na segunda-feira, e desde então, trabalham para superar a diferença de fuso horário em relação ao Japão e também fazem adaptação à altitude de Guadalajara.
Apesar das dificuldades, a ginasta Daniele Hypolito acredita que o Brasil fará uma boa apresentação no Pan. A meta é repetir o desempenho das atletas da ginástica rítmica, que saíram do Pan com sete medalhas.
- É muito bacana chegar a um ambiente como esse, com atletas que já estão aqui há vários dias, no clima da competição. Estamos vindo de um Mundial difícil por conta do fuso horário e, consequentemente, cansados. Mas vou entrar de corpo, alma e coração para conquistar os melhores resultados possíveis para o Brasil.
No Mundial, a equipe brasileira conquistou duas medalhas. Bronze no solo, com Diego Hypolito, e prata nas argolas, com Arthur Zanetti.
No Pan, Daniele tem um bom histórico. Em sua primeira participação na competição, com apenas 15 anos, em Winnipeg 1999, faturou um bronze na disputa por equipes. Em Santo Domingo 2003, conquistou duas pratas e dois bronzes. E no Rio 2007, ficou com uma prata e um bronze.