O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem (27), em Brasília, uma revisão na recomposição da cobrança de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para os produtos da chamada linha branca, composta basicamente por eletrodomésticos. O imposto voltará a incidir nestes produtos, mas em alíquotas menores. Todos os benefícios de revisão valem apenas para produtos com o nível de classificação A do Inmetro em relação a consumo de energia.
Para fogões, que estavam com a alíquota reduzida para 2% e programada volta de imposto de 4% sobre o valor do produto a partir de 1º de julho, a taxa sobe para 3% até o final de setembro.
Os tanquinhos, cuja a alíquota iria subir para 10% em 1º de julho, terá taxa majorada dos atuais 3,5% para 4,5% até o final de setembro.
Já para os refrigeradores e congeladores, que tinham previsão de ter imposto de 15% a partir de 1º de julho, a taxa sobe dos atuais 7,5% para 8,5% até o fim de setembro.
Máquinas de lavar continuam com alíquota de IPI reduzida para 10% sem previsão de volta para os 20% regulares.
Já para os móveis e painéis, que voltariam a ser taxados em 5%, a alíquota sobe dos atuais 2,5% para 3%.
As luminárias, que iriam ser taxadas em 15%, terão IPI aumentado de 7,5% para 10%. Papel de parede, que voltaria a ser taxado em 20%, terá alíquota de IPI aumentada de 10% para 15%. As informações são da Agência Brasil