O trecho através do Malauí, que estava paralisado desde 2005 em consequência de divergências diplomáticas, deve ser concluído nos próximos três anos, segundo o acordo assinado pela Vale e pelo governo do Malauí. A área de Tete-Moatiza dispõe de pelo menos 23.000 t de combustível como "carvão-vapor" para centrais térmicas e carvão de alto poder calorífico para siderurgia.