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Nostradamus e Apocalipse previram que Papa 112 será o último

19 de julho 2013 - 22h14 Por Graciano Coutinho, do blog ‘Portugal sem passaporte’
Nostradamus e Apocalipse previram que Papa 112 será o último

A resignação de Bento XVI, agora Papa emérito, deixou todos perplexos e talvez por isso tenham surgido várias teorias sobre as razões da sua decisão, sobre o futuro da Igreja e mesmo sobre o futuro do Mundo. E existem pelo menos três profecias que revelam que o próximo a ocupar o trono de são Pedro será o último a fazê-lo, de acordo com o jornal i.

Às vésperas do Conclave que elegeu Francisco como o 112.º Papa da Igreja, três profecias que ditam que este será o último a sentar-se na cadeira de São Pedro ganharam popularidade. São Malaquias, Nostradamus e o Livro do Apocalipse sinalizam que o sumo pontífice é o derradeiro.

A queda do meteorito na Rússia há duas semanas e o raio que rasgou o céu por cima da Basílica de São Pedro, no Vaticano, parecem dar força e mais credibilidade às teorias de que o Papa Francisco pode vir a ser o último, pois há quem relacione esses dois acontecimentos e a resignação de Bento XVI com as três profecias. 

São Malaquias, um profesta irlandês do séc. XII, terá tido uma visão de 112 Papas que comandaram a Igreja antes do Juízo Final. Como Bento XVI foi o 111.º sucessor de Pedro...

Outra das teorias recorre ao ‘profeta’ do costume, Nostradamus. O alquimista do século XVI não faz uma contagem dos Papas, mas adiantou que o último homem a liderar a Igreja viria depois de um Papa que terá resignado. “O homem de Roma deixará o seu posto/a fé humana se cobrirá com um véu/a morte, então revelará o seu rosto/enviando rochas e fogo do céu/o reino de czar sentirá o primeiro corte/e no mundo todo imperará a morte”, lê-se na profecia, que muitos tendem a interpretar como a proximidade do fim da Igreja e do Mundo, vendo nas “rochas e fogo no céu” e no “reino de czar” a queda do meteorito.

De acordo com i, o livro do Apocalipse também tem sido apontado como uma profecia sobre o último Papa. Na obra, são referidos oito reis antes do Juízo Final, o que, para os ‘adeptos’ desta teoria, significa que Bento XVI foi o sétimo, porque só contam os sucessores de Pedro depois do reconhecimento do Vaticano como Estado em 1929. E, assim sendo, o próximo Papa seria o oitavo e último.