O tiroteio na quarta-feira (2) em San Bernardino, na Califórnia, que deixou 14 mortos e 21 feridos no Inland Regional Center, uma instituição que atende "pessoas com deficiências de desenvolvimento", é o mais mortal nos últimos três anos nos Estados Unidos.
Investigadores ouvidos pela imprensa americana acreditam que a mulher que participou do tiroteio na Califórnia, Tashfeen Malik, publicou no Facebook uma mensagem em que disse ser leal ao líder do grupo Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi.
Um funcionário americano de alto escalão próximo à investigação disse que Malik utilizou uma conta com outro nome no Facebook. Os funcionários não explicaram como chegaram à conclusão de que Malik era a autora da publicação, afirma a rede CNN.
O jornal "New York Times" complementa que não há evidência de que ela tenha sido comandada pelo grupo terrorista, segundo as fontes que não quiseram se identificar porque a investigação está em andamento.

Syed Farook, suspeito de promover tiroteio
14 mortos
O tiroteio na quarta-feira (2) em San Bernardino, na Califórnia, que deixou 14 mortos e 21 feridos no Inland Regional Center, uma instituição que atende "pessoas com deficiências de desenvolvimento", é o mais mortal nos últimos três anos nos Estados Unidos.
Syed Farook, de 28 anos, e sua mulher, Tashfeen Malik, de 27, são acusados pelo ataque. Os dois morreram baleados ao fugirem da polícia. Na casa deles foram encontrados 12 artefatos explosivos e cerca de 5 mil projéteis para fuzil de assalto. As autoridades ainda não sabem o que motivou o casal, e terrorismo não está descartado.