Um detetive da polícia de Pittsburgh (Pensilvânia) que também é membro de uma força-tarefa do FBI (polícia federal americana) entrou na Justiça com pedido de divórcio da esposa. Jennifer Heinl, de 55 anos, foi presa na última quinta-feira (18/3) após agentes descobrirem que ela participou ao lado de outro homem da invasão do Capitólio, ocorrida em 6 de janeiro, quando cinco pessoas morreram.
Mais de dois meses após a invasão, o FBI ainda trababalha para identificar participantes da ação.
Jennifer foi indiciada por invasão violenta e conduta desordeira. O marido, Michael Heinl, é um policial condecorado e líder de uma equipe de negociação para libertação de reféns com apoio da SWAT (polícia especializada que atua em grandes cidades americanas).
De acordo com investigadores federais, Jennifer foi flagrada ao lado de outro invasor, Kenneth Grayson, na ação criminosa em Washington, que tentava impedir que a vitória presidencial de Joe Biden fosse ratificada pelo Congresso. Há imagens feitas por câmeras de segurança que mostram Jennifer dentro e fora do Capitólio. Ela nega.


Jennifer e Kenneth, morador de Bridgeville (Pensilvânia), estavam se comunicando pelo Facebook desde novembro do ano passado, informou o FBI.
"Para deixar claro, eu conheço Jennie Heinl há muito tempo, e ela não é uma criminosa. Ela está muito envergonhada", disse o advogado dela, Marty Dietz, à emissora WPXI. Segundo ele, a cliente e Kenneth ficaram em hotéis diferentes,

Jennifer chegou a Washington na véspera da invasão e voltou para Pittsburgh no dia 7 de janeiro.