Ao assumir, nesta terça-feira (1), o mandato para o qual foi eleito em outubro de 2012, o prefeito Murilo Zauith assume, também, a responsabilidade de continuar conduzindo Dourados, além do ‘rumo certo’, como prognosticou ao encampar o mandato-tampão encerrado nesta segunda-feira (31), agora com a missão de elevar a cidade à terra firme esperada pelos investidores e empreendedores que chegaram a duvidar do anunciado celeiro do desenvolvimento regional.
Com o início de um novo mandato, agora integral, pelos próximos quatro anos, caberá ainda ao próprio Murilo colocar um ponto final no episódico ciclo iniciado no ano de 2008, quando forças externas agiram desastrosamente para a eleição do prefeito Ari Artuzi e a influência de forças internas, equivocadamente desenvolvimentistas, acabou contribuindo para a sucessão de erros e desmandos, que culminaram em duas operações policiais em menos de três meses, capazes de proporcionar um estrago financeiro, político, ético e moral incalculável a médio prazo.
Com a eleição fora de época do prefeito Murilo, em fevereiro de 2011, após a sucessão de interinidades entre o juiz Eduardo Machado Rocha, designado pelo Tribunal de Justiça para iniciar o saneamento da desordem administrativa herdada por Artuzi e a retomada da linha sucessória na escala de comando do Município, com o mandato de pouco mais de 120 dias da vereadora Délia Razuk, Dourados começou a experimentar ações e iniciativas mais consistentes.
“Hoje, tudo que se faz é na maior transparência, às claras, sem sustos”, repete Murilo, para sinalizar o espírito empreendedor que carregou na vida pública e que norteou a passagem dele pela Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados e na condição de vice-governador. Sereno, o prefeito diz que Dourados agora sabe aonde quer chegar e como vai chegar. “Nada mais acontece por aqui sem que as pessoas que vivem aqui possam se manifestar”, garante. O recado serve também para os futuros candidatos, de 2014, quando os mais de 135 mil eleitores douradenses terão que ajudar a escolher o próximo governador, deputados estaduais e federais, um senador [para a vaga do já ex-suplente Antonio Russo, que substituiu Marisa Serrano, atualmente no Tribunal de Contas] e o futuro presidente do Brasil.