Segundo as investigações, os presos tinham autorização para trabalhar fora do presídio, geralmente em serviços de limpeza de terrenos, mas burlavam a autorização subornando os supervisores e aproveitavam o tempo para fazer outras atividades.
A Agepen está investigando que atividades eram essas e caso sejam atividades criminais estes presos serão punidos. O envolvimento de terceiros neste esquema também está sendo apurado.
Semiaberto e aberto
Os internos do Centro Penal Agroindustrial da Gameleira só saem para trabalhar com autorização judicial, sendo responsabilidade de quem contrata a fiscalização do cumprimento da jornada de trabalho.
Os nomes dos três presos não foram revelados para não atrapalhar as investigações.
O secretário de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini, determinou que seja feito um reforço na fiscalização dos convênios de trabalho firmados pelas dezoito unidades prisionais em Mato Grosso do Sul, onde existem cerca de 2.093 presos nesses regimes.