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Polícia investiga denúncia de estupro em menina de 4 e jovem de 22 anos

08 de outubro 2013 - 20h52 Por Redação Douranews
Polícia investiga denúncia de estupro em menina de 4 e jovem de 22 anos

A Polícia Civil de Campo Grande investiga estupro de uma menina de 4 anos e de uma mulher, de 22 anos. O primeiro caso aconteceu por volta das 20h25 de segunda-feira (7), no bairro Guanandi, e o crime contra a jovem teria ocorrido na madrugada desta terça-feira (8), no loteamento Rancho Alegre, após uma festa. A vítima acusou o amigo do marido dela de cometer o ato.

Conforme reportagem do jornal Campograndenews, o primeiro caso foi denunciado pela mãe, após a filha de 4 anos reclamar de dores no órgão genital. O crime, segundo relato à Polícia Civil, ocorreu enquanto a criança brincava na casa dos fundos. O vizinho teria colocado um colchão no chão da sala e se deitado ao lado da menina, passando a acaricia-la com as mãos no órgão genital, de acordo com a denúncia.

A mãe disse que desconfiou de “um cheiro forte” nas roupas da criança após a menina ter reclamado de dores; e foi questionar o vizinho, que confessou o crime. Por meio do telefone 190, a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do bairro Piratininga foi informada do fato e o suspeito foi conduzido, nesta terça-feira, ao Presídio de Segurança Máxima da Capital, onde responderá pelo crime de “estupro de vulnerável”.

Na festa

No outro caso, a história começou por volta das 16 horas de ontem, quando a amiga de uma jovem de 22 anos a teria convidado para uma festa. À noite, as duas foram ao loteamento Rancho Alegre e se encontraram com outra mulher e mais três homens.

Os seis permaneceram na casa, consumindo bebida alcoólica e ouvindo música até por volta das 3h30. Depois, restaram apenas a vítima e o dono da casa, amigo do marido dela, que, segundo a mulher, estaria viajando a trabalho.

Segundo relato à Polícia Civil, a jovem disse que decidiu chamar um mototáxi para ir embora, quando o homem a impediu e a arrastou pelas vestes até o quarto, conforme o jornal. No local, ele teria dominado a mulher, arrancado suas roupas e consumado o estupro, sem o uso de preservativo, relata a reportagem.

A mulher disse, na Polícia, que confiou em ficar na festa, só com o homem, porque ele era amigo do marido dela. O caso está sendo tratado na Deam (Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher) onde foram solicitados pedidos de exame de conjunção carnal e ato libidinoso diverso da conjunção carnal.