Diante da reação irada dos congressistas, o Planalto admite alterar o decreto, baixado no último dia de Lula na Presidência, que prevê o cancelamento, em 30 de abril, de convênios firmados em anos anteriores cujos contratos ainda não foram assinados.
Para atenuar o desgaste, o governo estuda garantir os recursos a obras já iniciadas pelas prefeituras, garfando só o montante relativo a projetos que não saíram do papel.
A proximidade da Marcha dos Prefeitos, marcada para 10 de maio, preocupa Dilma Rousseff.
O facão nos restos a pagar afeta principalmente emendas parlamentares destinadas aos municípios.