Buscar quarta-feira, 2 de setembro de 2026
(67) 99913-8196
Dourados
26°C
Política

Diplomação dos eleitos em CG é marcado por vaias a Zeca do PT

19 de dezembro 2012 - 13h20 Por Redação Douranews
Diplomação dos eleitos em CG é marcado por vaias a Zeca do PT

Os eleitos em 7 de outubro nas eleições municipais de Campo Grande foram diplomados ontem (18) à noite em uma cerimônia marcada por vaias durante o discurso do ex-governador José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT, vereador mais votado que representou os parlamentares eleitos.

Terminada a entrega dos diplomas, Zeca foi discursar em nome dos eleitos para a Câmara, abriu a fala afirmando que este dia da diplomação era muito especial e a partir daí começou a tecer críticas e direcionou o discurso para a trajetória pessoal e do partido, o que gerou revolta em parte do público.

Na plateia, vaias predominaram sobre os aplausos e várias pessoas, inclusive vereadores eleitos, deixaram o auditório enquanto Zeca do PT falava. A juíza eleitoral Eliane de Freitas Lima Vicente, que presidia a sessão solene, teve que intervir para conter as manifestações do público.

Terminado o discurso do petista, foi a vez de Bernal tomar lugar no púlpito. De maneira conciliadora, o prefeito eleito afirmou que a administração será guiada pela cooperação, equilíbrio, respeito e harmonia. “Vamos fazer trabalho focado nas pessoas, temos compromisso firmado com o desenvolvimento da nossa cidade e um compromisso maior em garantir qualidade de vida a nossa população”, disse. Para os vereadores, pediu que eles concedam “a mesma condição que foi dada a todos os prefeitos”.

Sobre as primeiras medidas que serão tomadas a partir de 1º de janeiro, Bernal destacou que “os 100 primeiros dias serão focados na reorganização da administração municipal e em ações voltadas para a saúde”, além de afirmar que vai fazer auditoria.

As contas de campanha reprovadas pela Justiça Eleitoral não preocupam o prefeito eleito. “Estamos tranquilos porque os números são extremamente positivos. O que pode ter ocorrido é uma formalidade. Mas a Justiça não pode suplantar a vontade popular”, afirmou. Com informações do G1