Walter Carneiro Junior, ao centro, apresenta dados da expansão da empresa em visita à Assomasul — Divulgação/Assessoria
O presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), prefeito de Nioaque, Valdir Júnior, recebeu nesta terça-feira (9) a visita do diretor-presidente da Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul), Walter Carneiro Júnior, com quem tratou da universalização do saneamento básico em âmbito estadual e outros assuntos relacionados ao setor nas cidades em que a concessionária atende.
Durante o encontro, do qual participou o prefeito de Bela Vista, Reinaldo Miranda Benites, o Piti, que integra a diretoria da entidade municipalista, discutiu-se uma das pautas dos consórcios públicos municipais sobre as concessões com a empresa de saneamento básico. A pauta também tratou sobre a cobrança da taxa de lixo e a necessidade de as prefeituras instituírem o plano de saneamento básico municipal.
“A Sanesul é uma parceira da Assomasul e, fundamentalmente, uma parceira dos municípios. Vim colocar a estrutura de nossa companhia à disposição para fazer gestão e boa política nos municípios que nós operamos, são 68 municípios e 128 localidades que a empresa de saneamento de Mato Grosso do Sul atua”, afirmou Carneiro em entrevista ao portal de notícias da entidade.
Além de agradecer a visita do diretor-presidente da Sanesul, Valdir Júnior reafirmou no encontro o compromisso da entidade com as parcerias institucionais que resultem em benefício para os 79 municípios do Estado, sobretudo, a melhoria da qualidade de vida da população sul-mato-grossense.
Segundo Walter Carneiro Júnior, a Sanesul levou uma preocupação para a presidência da Assomasul no que diz respeito às obrigações legais que o novo marco do saneamento trouxe para os gestores municipais, bem como para as empresas de saneamento em todo o país. Ele observou que, além da obrigatoriedade da instituição da cobrança da taxa de lixo, que deve ser feito até o mês de agosto, as prefeituras terão de regulamentar isso por meio de projetos de lei a serem enviados às Câmaras de Vereadores.
“Alguns municípios têm, outros não têm. A Sanesul tem convênio com a maioria dos municípios para fazer esse recebimento e ajudar na gestão junto aos municípios e também o novo prazo que a lei traz para que os municípios façam a universalização do saneamento básico”, advertiu o diretor-presidente da empresa.
Ele observou que até o ano de 2033 todos os municípios do país têm que ter o esgotamento sanitário universalizado para que a população possa ter acesso a esse serviço. De acordo com o diretor da concessionária, dos 79 municípios do Estado, 61 deles já aprovaram o plano de saneamento básico.
“Em Mato Grosso do Sul, nós fizemos um trabalho muito forte nos últimos anos e 61 municípios já têm o seu plano de saneamento votado e aprovado para atender o que a lei federal determina, também. Ainda faltam 18, e existe a obrigatoriedade dos prefeitos fazerem essa gestão, levantar, fazer o plano, aprovar na Câmara e ter isso como premissa de desenvolvimento de todos os investimentos de esgotamento sanitário que são feitos nos municípios de Mato Grosso do Sul”, acrescentou o presidente da Sanesul. (Willams Araújo)