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Reinaldo diz que eleitor pede mudança no Brasil

Candidato ao Senado encontra eleitor ansioso em começo de campanha

18 agosto 2026 - 08h00Por Com Assessoria

Reinaldo diz que eleitores estão ansiosos

por mudanças urgentes no rumo do país

 

O candidato ao Senado 222 fez uma avaliação positiva de ontem, primeiro dia de campanha

 

O candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul, ex-governador por dois mandatos em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PL), se reúne com prefeitos do Estado no final da tarde desta terça-feira (18) para avaliar os primeiros dias da campanha iniciada domingo (16). O contato direto com os eleitores que lotaram comitês, adesivaços e encontros em Campo Grande e no interior, sobretudo na terra que o projetou para a política, a cidade de Maracaju, sinalizam, que o eleitor está ansioso por mudanças e pela certeza de que ele fará a diferença no Senado da República para mudar o Brasil e tirar o país da crise econômica instalada pelo atual governo federal.

"A política ninguém faz sozinho. Você faz em grupo. E o que vimos neste primeiro dia foi a energia de um povo que acredita na mudança e quer um Senado que trabalhe pelo Brasil", afirmou Reinaldo. Nessa mobilizaç˜ao incial, que contou com a presença do governador Eduardo Riedel, candidato à reeleição, e da primeira-dama Mônica Riedel, o candidato participou de adesivagem nos altos da Avenida Afonso Pena ao lado do outro candidato ao Senado, Capitão Contar.

Defensor de uma campanha sem ataques pessoais, centrada em propostas e resultados, Reinaldo disse que o Senado terá papel decisivo na revisão de políticas públicas equivocadas e na construção de soluções para o país. "O Senado tem a responsabilidade de ajudar o Brasil", declarou.

Entre as prioridades que pretende defender na Casa de Leis estão a atualização da tabela SUS, o aumento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e a revisão do pacto federativo. "A tabela SUS está há muitos anos defasada. Os valores pagos estão muito abaixo dos custos reais dos atendimentos, o que tem provocado enormes dificuldades para hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil", alertou.

Reinaldo também defendeu a descentralização dos recursos arrecadados no país. "Ou a gente muda a política ou, cada dia mais, o prefeito vai com o pires na mão para Brasília e volta com ele vazio, porque a União não tem nada para entregar", criticou, ao lembrar que a União concentra cerca de 58% da arrecadação tributária nacional, enquanto a participação federal no financiamento da saúde caiu de 52% para 40% em duas décadas, sobrecarregando estados e municípios. "O dinheiro precisa estar onde as pessoas vivem. É nos municípios que a população busca atendimento de saúde, educação, infraestrutura e serviços públicos", completou.Ao falar sobre o futuro de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja vinculou o projeto de desenvolvimento do Estado à reeleição do governador Eduardo Riedel, que tem transformado MS em referência nacional de crescimento e desenvolvimento, e à eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. "Vamos falar das possibilidades e dos avanços de Mato Grosso do Sul. É um Estado que, com certeza, com a reeleição do governador, vai poder entregar muito mais", afirmou.