A pesquisa poderá ser usada a curto prazo para o tratamento da doença, que representa cerca de 30% de todas as neoplasias em menores de 15 anos de idade.
O trabalho levou cinco anos e revela que a proteína IL7R defeituosa leva à proliferação descontrolada das células na leucemia linfoide aguda T (LLA-T). Foram estudados 201 pacientes, sendo 68 do Centro Infantil Boldrini.
A pesquisa revelou que cerca de 10% dos pacientes com leucemia linfoide aguda T possuem a mutação IL7R. Coordenado pelos pesquisadores José Andrés Yunes, do Boldrini, e João Barata, do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, o estudo contou com a colaboração do Laboratório Nacional de Luz Síncroton; e outros centros de pesquisas dos EUA e Europa.