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Como prevenir casos de parada cardiorrespiratória

Samu fornece orientações básicas para lidar com a RCP

17 de outubro 2026 - 11h36 Por Assessoria
Como prevenir casos de parada cardiorrespiratória Samu 192 deve ser acionado em casos de emergência — Divulgação

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) defendeu, nesta sexta-feira (16), por ocasião do Dia Mundial da Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), a importância da conscientização da população sobre como agir diante de uma parada cardiorrespiratória (PCR). O reconhecimento rápido da emergência e o acionamento imediato dos serviços de socorro são fundamentais para aumentar as chances de sobrevivência da vítima.

Segundo dados citados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), as doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no Brasil. Outro dado que reforça a importância da orientação pública é que a maioria das paradas cardiorrespiratórias ocorre fora do ambiente hospitalar, como em residências, locais de trabalho e vias públicas, onde a ação de quem presencia a ocorrência pode fazer a diferença até a chegada das equipes especializadas.

Nesse contexto, o Samu 192 destaca a chamada Corrente da Sobrevivência, conceito que reúne etapas interligadas de atendimento, desde o reconhecimento da emergência até os cuidados hospitalares após a reanimação.

O primeiro passo é identificar os sinais de uma possível parada cardiorrespiratória. Se a pessoa não responder aos chamados e não respirar normalmente, deve-se acionar imediatamente o SAMU, pelo telefone 192. Se necessário, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo 193.

Durante a ligação, o atendente poderá orientar os procedimentos iniciais até a chegada das equipes de emergência. Por isso, é importante seguir as instruções fornecidas e não interromper o contato sem orientação.

RCP imediata

Quando houver suspeita de parada cardiorrespiratória, iniciar rapidamente a ressuscitação cardiopulmonar pode ajudar a manter a circulação sanguínea e a oxigenação dos órgãos vitais até a chegada do socorro.

Em adultos, as compressões torácicas devem ser realizadas no centro do peito, em uma frequência de 100 a 120 compressões por minuto. Para crianças e bebês, a técnica varia conforme a idade e o tamanho da vítima. Pessoas sem treinamento devem seguir as orientações do atendente do serviço de emergência.

Quando houver um Desfibrilador Externo Automático (DEA) disponível, seu uso pode ser decisivo em determinados tipos de parada cardíaca. O equipamento fornece instruções por voz e analisa o ritmo cardíaco, indicando quando o choque é necessário. As orientações do aparelho devem ser seguidas, mantendo a segurança de todos durante o procedimento.

A chegada das equipes de emergência permite a continuidade do atendimento com recursos e técnicas avançadas. Após a reanimação, a vítima precisa ser encaminhada para avaliação e cuidados hospitalares, conforme a indicação clínica.

A Prefeitura de Dourados, por meio do Samu 192, reforça que a informação e a rapidez na resposta são fundamentais para salvar vidas. Conhecer os sinais de uma parada cardiorrespiratória, acionar o socorro sem demora e seguir as orientações dos profissionais são atitudes que ajudam a fortalecer a Corrente da Sobrevivência.