As capacitações estão sendo desenvolvidas em assentamentos e aldeias indígenas do estado. São cursos, oficinas, dias de campo e intercâmbios que trabalham as técnicas de sistemas agroflorestais, manejo de plantas nativas do Cerrado e extrativismo de base sustentável.
A coordenadora do projeto, Rosane Bastos, explica que as capacitações visam consolidar iniciativas de produção sustentável no Cerrado através de ações integradas entre os agricultores que contribuem com o uso e o manejo sustentável dos recursos naturais do bioma.
“Atualmente centenas de trabalhadores já atuam nas cadeias produtivas que utilizam de forma sustentável a biodiversidade da flora do Cerrado. O objetivo é aprimorar cada vez mais esse trabalho”, explica.
O delegado federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário em Mato Grosso do Sul (MDA/MS), Celso Arruda, disse que o órgão apóia o projeto.
“Nesses 11 municípios nós temos a questão da preservação ambiental mais latente do que em outras partes do estado como o norte ou a região sul. O MDA tem apoiado essas iniciativas através de projetos como esses para fortalecer a base produtiva”, afirma Arruda.
Abrangência
As ações do projeto Gestão em Rede abrangem os mesmos municípios de Anastácio, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Dois Irmãos do Buriti, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Maracaju, Nioaque, Sidrolândia e Terenos.
De acordo com a coordenadora, Rosane Bastos, a meta é levar capacitação para 390 famílias de 26 assentamentos.