Ele condena esta manobra, lembrando que foi a próprio presidente da Comissão eleitoral, Antonio Moura, que oficializou ao Tribunal Regional Eleitoral, no dia 28 de junho, solicitando urnas eletrônicas para a eleição da Acrissul. Zeito lembrou que a sugestão da votação eletrônica foi acatada por unanimidade em assembléia da Acrissul.
A solicitação da Comissão Eleitoral foi prontamente atendida pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Josué de Oliveira. Porém, fazendo uso de sua condição de presidente em exercício, Jonatan Barbosa, desconsiderou este deferimento. No dia 27 de julho ele encaminhou pedido de quatro urnas de lona alegando o numero de votantes ser pequeno e o período de votação bastante longa. “Infelizmente o presidente em exercício, Jonatan Barbosa, não quer urna eletrônica”, lamentou Zeito.
O candidato da chapa “A Força do Agronegócio” lembra que a urna eletrônica veio para por fim a arestas e duvidas da contagem de voto por voto em papel, muitas vezes incompreensível. Também oferece maior conforto na hora de votar pela facilidade e já ser hábito rotineiro em eleições há muito tempo. Na última disputa eleitoral da Acrissul, que ocorreu em 2005, foram utilizadas urnas eletrônicas. “Urna eletrônica é sinal de modernidade e transparência. Urna de lona, ao contrário, é sinal de retrocesso e dúvida”, lamenta Zeito.