A possibilidade foi cogitada pelo Ministério da Agricultura como forma de prevenir o contágio do rebanho brasileiro após o surgimento de um foco de febre aftosa no departamento de San Pedro, no Paraguai, país que faz fronteira com o Mato Grosso do Sul.
Em nota, o Departamento de Saúde Animal (DSA) explica que "não há razões epidemiológicas que justifiquem a alteração do cronograma de vacinação" no Estado e que o índice vacinal alcançado na primeira etapa de vacinação foi de 98,36, "suficiente para conter a circulação do vírus".
Segundo o ministério, caberá à Agência de Defesa Sanitária Animal e Vegetal do Estado de Mato Grosso do Sul (Iagro) "identificar a necessidade, em situações específicas, de proceder a vacinação imediata".