O Gegis (Grupo de Estudos em Gestão Industrial do Setor Sucroenergético) realizou a sua reunião mensal nesta sexta-feira (4), como parte da agenda do 7º Canasul (Congresso da Cana de Mato Grosso do Sul) e 3ª Feira Agrometal do Mato Grosso do Sul, no Parque de Exposições de Dourados.
A reunião ampliada do Grupo contou com a participação de pelo menos 90 técnicos e gestores de usinas, com palestra sobre o setor de manutenção e apresentação de novas tecnologias. Os trabalhos foram conduzidos pela presidente do grupo, Eliana Canevarollo, e pelo coordenador regional Luiz Fernando Pereira Alves.
A apresentação dos indicadores industriais referentes à safra 2013/2014 foi feita por Cristiane Lopes dos Santos, da Adecoagro. Marcos Aurélio Padovan, diretor-presidente da Associação Profibus, falou sobre as boas práticas de instalação de redes Profibus. Carlos Augusto Ribeiro, diretor de tecnologia, falou sobre “Fundamentos da Tecnologia Profibus DP/PA e Asinterface”.
A palestra sobre Manutenção Preditiva foi feita por Aleçandro Antônio Arcosi, engenheiro mecânico supervisor corporativo de manutenção da Raízen. José Evaristo Gonçalves, químico industrial, falou sobre a produção de etanol de segunda geração, a partir do bagaço da cana de açúcar.
Participaram da reunião técnicos das usinas Adecoagro de Angélica e Ivinhema, da Bunge – Monte Verde, São Fernando, Raízen, Usinav, Laguna, Tonon, Odebrecht Eldorado, Santa Helena, Dcoil e Fátima do Sul.
Eliana Canevarollo comemora os resultados do Gegis em Mato Grosso do Sul. Das 22 usinas operando no Estado, 18 já são associadas ao grupo. “Nosso grupo cresce e o trabalho favorece a troca de experiências, melhorando a eficiência industrial e proporcionando redução de custos”, afirma. Ela destaca ainda a união entre os técnicos das usinas. O Gegis instalou há dois anos a Seção de Mato Grosso do Sul, que tem Dourados como base.
Para o gerente industrial da Raízen em Caarapó, Celismar Silva, o grupo é muito importante porque promove a troca de experiências entre as usinas. “No nosso setor não existe segredo industrial; existe o que faz bem e o que não faz. Daí a importância da partilha das experiências”, diz o gerente. “Partilhamos os casos de sucesso e isso ajuda muito na melhoria dos processos industriais, melhorando a qualidade na região”, acrescenta Celismar.