Registros apontam a presença do Tamanduá da Soja (Sternechus subsignatus) desde a década de 70 nas lavouras brasileiras. A importância desta praga foi aumentando à medida que as áreas foram crescendo, a monocultura começou a predominar e o plantio direto nas propriedades ganhou espaço.
Esta praga, por muito tempo deixada de lado, pode provocar sérios danos na lavoura de soja, pois, para se alimentar na fase adulta, o inseto raspa o caule da planta a fim de sugar a seiva, causando a deficiência ou interrupção do fluxo desta do ponto atingido até o ápice.
Mais informações sobre os danos provocados por esse inseto, sua biologia e indicações de como controlá-lo, podem ser obtidas no material publicado esta semana no Clube Phytus produzido pelo engenheiro agrônomo e Mestrando da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) Rodrigo Alff, disponível no endereço virtual http://goo.gl/6S7Jfv.