O senador Waldemir Moka (PMDB) acompanhou, a convite do Iba (Instituto Brasileiro de Florestas), a audiência realizada entre o setor de florestas plantadas e a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, na tarde desta quarta-feira (1), em Brasília. Junto com a presidente do Instituto, Elizabeth de Carvalhaes, estavam várias lideranças do segmento, e, ainda, da indústria de celulose. Até final do ano passado, o setor de florestas plantadas mantinha vínculo com o Ministério do Meio Ambiente, quando oficialmente passou à órbita do Mapa.
Segundo informou o senador Moka, identificado como tendo uma atuação política voltada para a defesa das florestas plantadas como de benefício ao meio ambiente, “no momento o setor de florestas plantadas permite o sequestro de 1,7 bilhão de toneladas por ano de carbono da atmosfera”.
Sequestro de carbono é um processo de remoção de gás carbônico. Tal processo ocorre principalmente em oceanos, florestas e outros organismos que, por meio de fotossíntese, capturam o carbono e lançam oxigênio na atmosfera. Esse sequestro de carbono do setor de florestas plantadas representa a emissão de carbono de toda a indústria brasileira durante dois anos. O Brasil é líder mundial no setor de florestas plantadas, o que garante ao país ganhos tanto econômicos quanto ambientais.
Os empresários reivindicaram do Mapa uma atuação junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no sentido de serem agilizadas as liberações de três defensivos agrícolas, sob avaliação da Agência, únicos indicados para o setor de florestas.