Vereador Nelson Sudário conversa com feirantes na estrutura atual, na Rua Cuiabá — Foto: Divulgação/Assessoria
O vereador Nelson Sudário (PSDB) está cobrando das autoridades locais que intermedeiem junto aos órgãos competentes no sentido de acelerar os serviços de implantação da feira livre de Dourados, em obras na vila Adelina Rigotti, com acesso pela rua Cafelândia.
A nova feira livre de Dourados, que já está em fase de construção, receberá uma estrutura moderna para abrigar 560 produtores. Além de 120 boxes para venda de hortifruti, a feira prevê espaços para artesanato, 224 boxes para o segmento de armarinhos, espaço para realização de capacitações dos feirantes, 24 boxes para a praça de alimentação, área administrativa, além de estacionamento.
Sudário lembra que o projeto de construção da nova feira atende pedidos de diversos feirantes que hoje atuam na Rua Cuiabá, bem como de moradores daquela região, que reclamam, há muitos anos, dos problemas advindos da interdição da rua nos dias de feira.
“Quando iniciou a terraplanagem, em fevereiro, a previsão de conclusão de todo o trabalho era para outubro, no entanto, o governo federal ainda não liberou R$ 2,5 milhões em recursos e as obras seguem em ritmo lento. Para ter continuidade nos trabalhos, o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) precisa concluir a análise do projeto”, observa o vereador.
Para Sudário, a nova feira livre vai trazer condições adequadas para os feirantes no que tange à infraestrutura, que com a instalação de boxes fixos, não terão mais que realizar a operação de montagem e desmontagem das barracas, como acontece atualmente, além de atender a critérios da Vigilância Sanitária. “A nova estrutura, além de um espaço de comercialização, será um ponto de encontro, com comodidade e segurança tanto para os feirantes como para frequentadores”, avalia.
“A feira livre que conhecemos hoje, pouco mudou em termos de infraestrutura nas últimas décadas. O local que hoje abriga cerca de 280 comerciantes já foi alvo de pedido do Ministério Público para que a Prefeitura realocasse os feirantes em outro local, em razão da feira livre não haver boxes, banheiros públicos, local adequado para lavar as mãos e praça de alimentação segura”, afirma Nelson Sudário, lembrando que a feira livre é tombada para patrimônio histórico de Dourados. Com assessoria