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Produção bovina de MS foi 14% maior do que no começo de 2017

24 de fevereiro 2018 - 12h05 Por Redação Douranews
Produção bovina de MS foi 14% maior do que no começo de 2017 Complexo carnes tem rendimento positivo para a Economia estadual, aponta Boletim da Famasul — Assessoria

A produção do complexo carnes (bovina, suína e de frangos) subiu em Mato Grosso do Sul, de acordo com os dados publicados esta semana pela Unidade Técnica da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS). Em janeiro deste ano, o Estado produziu 73,2 mil toneladas de carne bovina, por exemplo, 14% a mais que no mesmo período do ano passado.

Os embarques internacionais de carne bovina in natura, no mês de janeiro, totalizaram 10,8 mil toneladas, com crescimento de 21% em relação a 2017. “Com isso a receita atingiu US$ 48,6 milhões e o Estado ocupou a quarta colocação no ranking nacional de exportação”, reforça a analista técnica da instituição, Eliamar Oliveira.

Segundo o Boletim Casa Rural, o Chile foi o principal destino da carne bovina in natura do Mato Grosso do Sul, com participação de 22% do faturamento total; Hong Kong em segundo lugar, responsável por 21,3% e o Irã, em terceiro, com 16,9%.

Suinocultura

Para a analista técnica da instituição, o resultado mais expressivo foi verificado na suinocultura. “No mesmo comparativo, a produção de carne suína aumentou 31,8%, totalizando 15,2 mil toneladas. Com isso, o preço caiu 8,2% em janeiro de 2018 em relação a janeiro de 2017”.

Os embarques internacionais de carne suína acumularam, em janeiro deste ano, 928 toneladas, com alta de 37% no comparativo com o ano anterior, sendo que Hong Kong, unidade administrativa da China, foi responsável por 83% do volume negociado.

Avicultura

A produção de carne de frango cresceu 1,5%, somando 35,1 mil toneladas. As exportações deste setor reduziram 15% em relação ao ano anterior, com 13 mil toneladas. “O desempenho foi menor porque os principais players importadores diminuíram as compras. A Arábia Saudita e Hong Kong importaram 46,8% e 73,7%, respectivamente, a menos que em janeiro/2017”, segundo o Boletim.