O prefeito Murilo que, paradoxalmente ao cargo, está sendo forçado a gostar de política, continua preferindo números. E olha que ele tem números cabalísticos ao longo da trajetória que percorre desde 1994, quando estreiou como deputado estadual.
Vejamos alguns:
A soma dos votos que obteve na primeira eleição que disputou (12.163) é igual a 13, e ele ficou na 15ª. posição. 13 do PT e 15 do PMDB.
Em 1998, foi reeleito com 15.965 votos que, somados os números, resulta em 26, duas vezes o 13 do PT. Na mesma eleição, Laerte Tetila estréia como deputado estadual e obtem 15.952 votos (13 a menos que Murilo). Coincidências?
Em 2008, quando perdeu a Prefeitura, liderando uma coligação com 13 partidos, obteve 39.164 votos que, somados, equivale ao número 23. Novamente o 13 do PT e surge o 23 do PPS.
Em 2011, depois do reboliço político que arrasou a cidade, Murilo é eleito prefeito fora de época, encabeçando uma coligação de 15 partidos e obtém 70.906 votos. A soma dá 22. Novamente o 15 do PMDB e surge o 22 do PR.
Traduzindo:
Os números mostram ascensão em quantidade de votos a cada disputa e introduz na matemática política as siglas PMDB, PT, PPS e PR. Coincidências ou premonição para as próximas articulações?