A operação Ágata 2 trouxe chuva para a região. A chegada da primavera e a presença de tantos "verdes" por terra e ar nesta fronteira, e a ajudazinha do Paraguai, podem salvar a gigantesca operação civil/militar desencadeada sob o comando do Ministério da Defesa por estas bandas.
É o que se deduz da saída honrosa encontrada pelo ministro Celso Amorim, na entrevista à repórter Fabiane Dorta (Diário MS), ao reafirmar que a nova onda de aftosa, detectada do lado paraguaio da fronteira, vão mudar o foco da operação.
Ainda bem, porque até agora, conforme relatório do "Governo das Armas da Província de Mato Grosso", segundo a nota de imprensa distribuída pelo Comando Militar do Oeste, após sete dias de intensa vigília, tirando a madeira contrabandeada pelo pessoal de Paranhos, pouco ou quase nada foi retirado de circulação.
A "bandidagem", como se referiu Amorim, ainda não está nem aí em relação aos custos da operação. Mas o gado doente que se cuide!