A polícia ainda não conseguiu prender o suspeito. O porteiro que estava no dia do crime perdeu o emprego.
O ladrão foi tão audacioso que, quando passou pela entrada, cumprimentou o porteiro, disse que era professor e entrou tranquilamente nas salas onde estavam os equipamentos. Por isso, a Polícia Federal suspeita que ele conhecia bem a rotina do campus.
O prefeito do campus da Universidade de Brasília, Paulo César Marques da Silva, está preocupado e quer aumentar a segurança: “É preciso que nós aprimoremos essa forma de lidar com a situação. Se for um período de aula ou fora de aula, [são] 10 a 15 ocorrências semelhantes por mês. Entre roubos de material, de patrimônio e roubos, principalmente nos estacionamentos”, diz.