Segundo a carta, divulgada em jornais diários, a paralisação é referendada pela Associação Médica Brasileira, Conselho Federal de Medicina e Federação Nacional dos Médicos. A classe quer protestar pela “forma desrespeitosa com que os médicos e os pacientes são tratados pelas empresas que atuam no setor”.
Os profissionais reclamam que os planos de saúde interferem diretamente no trabalho do médico, fazendo pressão para reduzir os procedimentos, a antecipação de altas e transferências de pacientes e criam obstruções para solicitação de exames e internações. Eles também reclamam do reajuste dos honorários, considerados irrisórios. Os profissionais pedem a fiscalização da Agência Nacional de Saúde.