Wellington Menezes de Oliveira, o jovem que matou 12 alunos da escola Tasso da Silveira, no Rio, sorria enquanto atirava nos adolescentes. A declaração é de uma das sobreviventes do crime, Renata de Lima Rocha, de 13 anos, atingida com um tiro nas costas.
Em entrevista a menina contou que o atirador entrou dizendo que daria uma palestra, mas que logo sacou os dois revólveres. Nesse momento, ela achou que ele faria uma espécie de simulação sobre segurança, mas quando o criminoso começou a atirar efetivamente nas crianças, ela percebeu que se tratava de um matador.
Baleada
Apavorada, Renata tentou correr da sala e no meio do caminho ele mirou e atirou nela, mas a arma estava descarregada. Ele saiu da classe para carregar o revólver e nessa hora ela correu. Deu tempo para que o atirador colocasse balas na arma e atirasse na menina.
A adolescente contou que sentiu o tiro, mas que a dor não era tão forte e que ela conseguiu continuar correndo. Caiu no meio do corredor, mas se arrastou, conseguiu levantar e saiu da escola, onde foi socorrida por um homem que não conhecia.
Segundo Renata, Wellington Menezes de Oliveira atirava muito, em todo mundo, mas os alvos pareciam ser preferencialmente as meninas. E repete que fazia isso com sorriso no rosto.
A garota recebeu alta ontem à noite e já recebeu visita de alguns colegas de classe. O sonho dela é ser empresária.
Em entrevista a menina contou que o atirador entrou dizendo que daria uma palestra, mas que logo sacou os dois revólveres. Nesse momento, ela achou que ele faria uma espécie de simulação sobre segurança, mas quando o criminoso começou a atirar efetivamente nas crianças, ela percebeu que se tratava de um matador.
Baleada
Apavorada, Renata tentou correr da sala e no meio do caminho ele mirou e atirou nela, mas a arma estava descarregada. Ele saiu da classe para carregar o revólver e nessa hora ela correu. Deu tempo para que o atirador colocasse balas na arma e atirasse na menina.
A adolescente contou que sentiu o tiro, mas que a dor não era tão forte e que ela conseguiu continuar correndo. Caiu no meio do corredor, mas se arrastou, conseguiu levantar e saiu da escola, onde foi socorrida por um homem que não conhecia.
Segundo Renata, Wellington Menezes de Oliveira atirava muito, em todo mundo, mas os alvos pareciam ser preferencialmente as meninas. E repete que fazia isso com sorriso no rosto.
A garota recebeu alta ontem à noite e já recebeu visita de alguns colegas de classe. O sonho dela é ser empresária.