Segundo ele, foram acertadas as medidas tomadas pelo governo, ontem (28), mudando a classificação do etanol de produto agrícola para combustível estratégico e passando a comercialização, estocagem, importação e exportação do biocombustível para o controle da Agência Nacional do Petróleo (ANP). “Agora, a ANP terá condição de acompanhar o mercado desde o começo até o fim, o que não tinha antes. E isso deve beneficiar o consumidor”, disse ele.
De acordo com o representante dos postos paulistas, no entanto, as medidas só deverão fazer efeito a partir do ano que vem. “O que aconteceu esse ano: o governo não tinha nenhum tipo de controle sobre o assunto e faltou produto. Faltando produto, aumentou o preço. Se o governo tiver condição de saber quanto está sendo produzido, quanto está sendo exportado, quanto deveria importar para não faltar o produto, creio que o preço não iria subir tanto”, afirmou.