Na pesquisa, os indicadores são medidos em escalas que vão de zero a cem. Quanto mais próximo de zero, pior o resultado do indicador. Quanto mais próximo de cem, melhor. Quando ele registra 50 pontos, é verificada a estabilidade ante o mês anterior.
Foi isso o que ocorreu com a atividade da indústria da construção em março. Segundo os 388 empresários consultado pela CNI para a pesquisa, ela foi praticamente igual à de fevereiro.
Dentre os ramos de atividade, o setor de construção de edifícios foi o que teve a maior atividade (49,6 pontos). Já as empresas de obras de infraestrutura, a menor (49,3 pontos).
Pelo porte das empresas, as grandes foram as que mais cresceram. O indicador de atividade delas ficou em 51,4 pontos. Já a atividade das pequenas foi a menor e ficou em 48,9 pontos.
O número de empregados das empresas de construção também não variou muito, de acordo com a CNI. O item que trata da quantidade de mão de obra empregada no setor ficou em 50,4 pontos em março.
Neste quesito, as grandes empresas foram novamente as que tiveram melhor desempenho (52,4 pontos). Já as médias tiveram o pior (48,6 pontos).