"A importação é mais para ter um estoque de segurança. Podemos ter aumento no consumo de gasolina, mas a gasolina não vai faltar", disse o diretor a jornalistas após assinatura de um contrato para fornecimento de água reutilizada para o Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro). "Esse volume de 2,5 milhões de barris não significa nada em comparação ao nosso consumo diário de cerca de 400 mil barris", acrescentou.
Costa disse ainda que as refinarias estão operando a plena capacidade para atender a forte procura, produzindo entre 380 a 400 mil barris por dia de gasolina. De acordo com o diretor, não apenas o consumo de gasolina está aquecido, mas também o de outros derivados vendidos pela empresa. No primeiro trimestre, o consumo médio de derivados líquidos vendidos pela estatal cresceu 4,5 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.
Ele disse no entanto que, com a entrada da produção de etanol da nova safra, o consumo de gasolina poderá recuar nos próximos meses. "Tudo leva a crer que vamos ter mais consumo de etanol com a entrada da safra."