No último dia 29, o conselho decidiu não dar seguimento ao processo disciplinar contra Bolsonaro. O deputado era acusado de ter abusado das prerrogativas de parlamentar ao disseminar preconceito e estimular violência com declarações contra negros e homossexuais.
Para a maioria dos integrantes do conselho, o processo, que tinha o deputado Sérgio Brito (PSC-BA) como relator, fere o direito constitucional de todos os parlamentares à livre expressão. Foram dez votos contra o relatório, sete a favor e cinco ausências.
Onyx Lorenzoni foi um dos parlamentares que votaram contra o processo. Para ele, “acima do Código de Ética da Câmara vem a Constituição, que garante aos parlamentares a inviolabilidade, civil e penal, por opiniões, palavras e votos”.