Sadok Sá e Souza Neto já tinham sido afastados no Ministério e tiveram a exoneração confirmada hoje. Segundo a assessoria de imprensa do Dnit, Drummond estava de férias até agora e já havia pedido para deixar o cargo antes da crise estourar.
Com a faxina, sobrou no órgão apenas um diretor: Jony Marcos, de Planejamento e Pesquisa.
Envolvido em uma crise de má administração e suspeitas de corrupção, o Ministério dos Transportes afastou pelo menos duas dezenas de funcionários. Entre os afastados estão o agora ex-ministro Alfredo Nascimento e o diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot.
Membros do PR e do PT perderam os cargos depois de denúncias da revista "Veja", indicando que o Ministério dos Transportes servia como um meio de arrecadar recursos eleitorais para partidos políticos.
Pagot entrou de férias assim que foram divulgadas as denúncias de irregularidades no órgão e o governo cuidou apenas de substituí-lo, provisoriamente, pelo diretor-executivo José Henrique Sadok, que acumulou as duas funções. No entanto, ele também foi afastado por ter o nome envolvido em novas denúncias.