"Nós temos que fazer uma negociação e ver como podemos regular isso e discutir os preços", disse hoje (9) o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
"Acho que a única explicação para os preços (atuais) é que tem gente que paga, porque o preço é absolutamente exorbitante", complementou.
O roaming internacional é negociado pelas operadoras livrevemente, geralmente implicando em dupla cobrança --uma da operadora "visitada" e outra da operadora de origem, pelos serviços prestados.
A potencial redução dos preços de serviços de roaming pode refletir na receita de serviços de operadoras de telefonia móvel, como Vivo, TIM e Oi.
O governo também quer facilitar a cobrança do roaming para estrangeiros no Brasil, disse o ministro.
Bernardo conversou com jornalistas após participar, nesta quarta-feira, de seminário em Brasília sobre infraestrutura de telecomunicações para a Copa do Mundo e Olimpíadas.