O fazendeiro Regivaldo Galvão, acusado pelo Ministério Público de ser um dos mandantes do assassinato da missionária Dorothy Stang, em fevereiro de 2005, em Anapu, apresentou-se ontem na delegacia de Altamira (PA), mas foi liberado em seguida. Segundo os policiais, a ordem de prisão não havia chegado, embora o juiz tenha garantido que a enviaria.
“Taradão”, como é conhecido Regivaldo, perdeu ontem o recurso impetrado contra o tribunal do júri que o condenou, em abril do ano passado, a 30 anos de prisão. O Tribunal de Justiça do Pará rejeitou por unanimidade o recurso e expediu mandado de prisão.