O produtor rural Clayton Arantes, de 52 anos, está acampado em frente ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso e iniciou uma greve de fome às 7h30 de ontem como forma de protesto contra o que ele chamou de "máfia dos mercadores de sentenças" na comarca da cidade de Sinop, município a 500 km de Cuiabá.
Arantes afirma que essa "máfia" seria liderada pelo juiz Paulo Martini, da 1ª e 2ª Varas da Comarca. Se sentindo injustiçado, o produtor diz que quer "ter o direito de ser julgado por um magistrado imparcial".
O produtor disse ainda que todos os processos de denúncias contra produtores rurais de Sinop acabam sendo julgados por Martini, o que torna as decisões arbitrárias.
O processo que envolve Clayton Arantes é referente a desapropriação de 20% de sua propriedade - cerca de 968 hectares, avaliada em R$ 15 milhões - sendo essa, sua área produtiva.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Cláudio Stábile, confirmou que pedirá o afastamento do juiz Paulo Martini, acusado de venda de sentenças e de arbitrariedades contra advogados, junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Arantes afirma que essa "máfia" seria liderada pelo juiz Paulo Martini, da 1ª e 2ª Varas da Comarca. Se sentindo injustiçado, o produtor diz que quer "ter o direito de ser julgado por um magistrado imparcial".
O produtor disse ainda que todos os processos de denúncias contra produtores rurais de Sinop acabam sendo julgados por Martini, o que torna as decisões arbitrárias.
O processo que envolve Clayton Arantes é referente a desapropriação de 20% de sua propriedade - cerca de 968 hectares, avaliada em R$ 15 milhões - sendo essa, sua área produtiva.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Cláudio Stábile, confirmou que pedirá o afastamento do juiz Paulo Martini, acusado de venda de sentenças e de arbitrariedades contra advogados, junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).