Na reunião, Dilma pretende defender uma ação global como única forma de reagir aos efeitos da crise que atinge principalmente os países da zona do euro – que englobam 17 dos 27 da União Europeia -, os Estados Unidos e o Japão. Mas para a presidenta, todos os países, inclusive os emergentes, estão ameaçados. Para o governo brasileiro, a crise é longa e deve ser tratada com o máximo cuidado.
Depois da França, a presidenta segue para o Paraguai. Nos dias 28 e 29 de novembro, Dilma participa, em Assunção, da reunião dos chefes de Estado e de Governo da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).
Nos dias 3 e 4 de dezembro, a presidenta deve ir à Ilha Margarita, na Venezuela. Mas a viagem depende ainda de confirmação do governo do presidente venezuelano, Hugo Chávez. Na ocasião está marcada a Cúpula América Latina e Caribe (Celac), que estava prevista para o primeiro semestre deste ano, mas foi adiada por causa da doença de Chávez – que se submete a um tratamento para o combate ao câncer.
Depois, em 10 de dezembro, Dilma irá para a Argentina. Em Buenos Aires, ela participa da cerimônia de posse da presidenta reeleita Cristina Kirchner. Em janeiro, a Argentina foi o primeiro país visitado por Dilma quando ela se reuniu com as Mães e Avós da Praça de Maio – movimento que combate os crimes ocorridos durante a ditadura militar na Argentina (1976-1983) e investiga o desaparecimento de crianças neste período.