Isso ocorrerá porque com a saída de Silva do ministério, ele, como ex-ministro, deixa de ter foro privilegiado. Cármen Lúcia é a relatora do inquérito aberto no STF para apurar as denúncias.
De acordo com Gurgel, o processo deve ser remetido ao STJ ainda esta semana. O caso continuará a tramitar em corte superior porque o outro investigado no caso – o ex-ministro da pasta e atual governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz – tem prerrogativa de foro privilegiado.
O procurador-geral declarou que continuará cuidando do caso em um primeiro momento. “A primeira aparência é a de que todo esse Programa Segundo Tempo tem sérios problemas de irregularidades em todo o país”, disse Gurgel, ao defender que as investigações têm que continuar.