"Então eu não vou ficar preocupada com tudo está saindo por aí, aliás eu nunca me preocupei com esse tipo de comentário", completou.
A ministra vem sendo alvo de críticas em relação à indicação do livro Leite Derramado, de autoria do seu irmão, Chico Buarque de Hollanda, para receber subsídio para tradução. Esse episódio fez com que a ministra chegasse a consultar a Comissão de Ética da Presidência da República sobre o tema e decidisse suspender os incentivos temporariamente.
Ana de Hollanda disse que o compromisso que firmou com a presidenta Dilma ao assumir o cargo está mantido e que as informações de que haverá uma reforma ministerial não vem do Palácio do Planalto.
"Ela [Dilma] foi eleita por milhões de pessoas e tem que ter uma equipe de colaboradores em que confia e que acha que estão no lugar certo. Não tenho tido nenhum sinal de que não existe interesse no trabalho que eu estou desenvolvendo", destacou.
"[As informações de reforma ministerial] São conjecturas que estão fazendo, mas que não estão vindo da presidência, não estão vindo do Palácio do Planalto, isso eu posso te garantir. Eu estou trabalhando tranquilamente", completou a ministra.
Ana de Hollanda disse ainda que espera dos próprios funcionários a indicação de nomes que poderão compor a comissão setorial de ética, que terá a função de analisar casos onde a idoneidade das ações é questionada. "Vamos nomear em breve. Estou esperando as informações que virão dos funcionários", disse a ministra que está na Bélgica participando do Europalia, festival cultural que tem o Brasil como tema nesse ano.