Além de Juquinha, pessoas e empresas supostamente envolvidas também terão os bens atingidos. A Justiça sentenciou as empresas Constran S/A (Construções e Comércio), EIT (Empresa Industrial Técnica) e Lupama Comércio e Construções Ltda, beneficiadas pelo contrato.
A sentença foi dada em ação cautelar movida pelo Ministério Público Federal em Goiás, que pediu o bloqueio de R$ 3,9 milhões das empresas Lupama e EIT, cada uma.
Ulisses Assad, ex-diretor de Engenharia; Jorge Antônio Mesquita Pereira de Almeida, superintendente de Projetos; e André Luiz de Oliveira, superintendente – todos da Valec – também terão os bens indisponibilizados por conta da participação no esquema. O valor a ser bloqueado das contas bancárias dos envolvidos é R$ 2,4 milhões.
De acordo com o procurador Helio Telho Corrêa, autor da ação, o objetivo da medida é assegurar o ressarcimento integral dos danos causados pelos acusados. O sobrepreço das obras é da ordem de 29,4%.