O inquérito, que começou no dia 26 de dezembro de 2010, foi instaurado para investigar a existência e a autoria de crimes decorrentes de fraudes contábeis e subtração de valores. Os crimes teriam ocorrido entre janeiro de 2008 e novembro de 2010.
Das 22 pessoas indiciadas estão cinco ex-diretores do banco, três ex-funcionários e um ex-presidente do Grupo Silvio Santos. Todos foram indiciados por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, caixa dois e outros crimes financeiros. Outros cinco foram identificados como laranjas e também indiciados. O inquérito policial seguiu para o Ministério Público Federal.