O TST (Tribunal Superior do Trabalho) reconheceu, pela primeira vez, o vínculo de trabalho a um pastor evangélico da Igreja Universal, segundo informou a edição deste sábado (11) da Folha de S.Paulo, reproduzida pelo portal Terra. A decisão permite que o ex-pastor tenha direito a indenizações trabalhistas, mas a Igreja Universal ainda pode recorrer da decisão.
A jurisprudência do TST mudou já que o ex-pastor afirmou que tinha metas de arrecadação de doações e era cobrado por isso. Segundo ele, seu salário de R$ 2.400 era cortado pela metade quando não alcançava o objetivo.
A Igreja Universal afirmou ao jornal que ele não era empregado, e que tinha exercido a função de pastor por um "ato de amor", sem "pretensão econômica".